Prazeres / Sabores

Vinhos para provar com tranquilidade, dos 8 aos 300 euros

Numa altura em que as vinhas se começam a preparar para descansar, há novas colheitas e apostas recentes que passam, por exemplo, pelos Açores. Um rosé insular, um branco francês e outro de origem alemã, dois tintos a norte e um Porto com uma idade invejável.

Foto: Freepik
14 de outubro de 2022 | Augusto Freitas de Sousa

Incerteza Rosé 2021

A vontade de Sandro Rocha Mendonça aliada aos enólogos Jorge Alves e Pedro Alves e à viticultura de Rufino Simas deu origem a este vinho da região de Biscoitos feito com a casta Verdelho Dos Açores. O rosado foi vindimado manualmente, estagiou nove meses em cuba de inox e tem uma produção de 940 garrafas. Foi o primeiro grande desafio da Adega dos Sentidos na Ilha Terceira. €42

Incerteza Rosé 2021
Incerteza Rosé 2021

Domaine du Chardonnay Chablis 2021

Da região de Chablis, este branco 100% Chardonnay foi fermentado em cubas de inox com temperatura controlada. Estagiou 15 meses em contato com borras finas em cubas de inox e barricas de carvalho francês. Os responsáveis referem que é perfeito para acompanhar todas a refeição, mas principalmente saladas, peixe, carne de aves e queijo de cabra. €23,60

Domaine du Chardonnay Chablis 2021
Domaine du Chardonnay Chablis 2021

Adega Ponte da Barca Vinhão Reserva de Sócios 2020

Um DOC Vinho Verde com enologia de José Antas Oliveira, Bruno Almeida e Patrícia Silva com o perfil profundo e intenso da casta Vinhão. O estágio ocorreu em barricas novas de carvalho francês e de americano, respetivamente de 225 e 400 litros. Esta edição especial foi criada para homenagear os associados na comemoração dos 50 Anos de Atividade da Adega Ponte da Barca e Arcos de Valdevez. €14,95

Adega Ponte da Barca Vinhão Reserva de Sócios 2020
Adega Ponte da Barca Vinhão Reserva de Sócios 2020

Adega Mãe Riesling 2019

Com uma produção de 7000 garrafas, este branco feito no Oeste com Indicação Geográfica de Lisboa e enologia de Diogo Lopes, foi feito a 100% com a variedade alemã. O enólogo refere que é muito fiel à casta Riesling, mas nota-se o toque salino que lhe define a origem atlântica. Desengace total, ligeira prensagem e fermentação em cuba de inox durante 15 dias. Ficou em batonnage durante seis meses. €8,45

Adega Mãe Riesling 2019
Adega Mãe Riesling 2019

Quinta de São Luiz Vinhas Velhas Grande Reserva Tinto 2018

Com assinatura do enólogo Ricardo Macedo, este tinto da Sogevinus Fine Wines tem uma produção restrita a 2400 garrafas. Os responsáveis referem que o vinho respeita e traduz a autenticidade do terroir, com colheita manual e uma seleção meticulosa ainda na vinha, tendo estagiado em barricas de carvalho francês durante 16 meses. €48

Quinta de São Luiz Vinhas Velhas Grande Reserva Tinto 2018
Quinta de São Luiz Vinhas Velhas Grande Reserva Tinto 2018 Foto: D.R

Dom Rozès 50 anos

Um Porto da gama alta dos vinhos do Porto Rozès numa garrafa selada à mão e carimbada com o logótipo. Houve maceração pelicular com interrupção da fermentação através da adição de aguardente vínica. Estagiou e envelheceu em madeira, que no lote final deverá corresponder a uma média de idade igual a 50 anos. €300

Dom Rozès 50 anos
Dom Rozès 50 anos
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Terminadas as vindimas em quase todo o país, é tempo de enologia onde as fermentações e estágios são preparados cuidadosamente. Uma estreia dos Açores, da ilha Terceira, com Adega dos Sentidos, ainda quatro brancos que percorrem o continente e um tinto de Mértola.

Vinhos para contrariar o mau tempo e descontrair

Aproxima-se o tempo mais frio e as chuvas, que nesta altura são tudo menos “mau tempo”. Dois espumantes a Norte e a Sul, dois tintos com as mesmas latitudes, um Moscatel premiado e um branco com assinatura Reynolds.

Vinhos para brindar ao outono dos €6 aos €900

A um dia de entrar em outubro, faz sentido celebrar o mês onde grande parte dos vinhos já foram vinificados com um espumante, neste caso, um blend rosé. Da mesma região demarcada dos verdes, um tinto, dois alentejanos e um do Tejo, também tintos, e uma edição rara de vinho do Porto velho.

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A cerca de um mês para o início do Inverno, com as vinhas a descansar, começa-se a preparar o tempo que pede brindes caseiros. Um tinto de parcela do Douro e, da mesma região, um monocasta. Um branco topo de gama do Oeste e dois tintos de Alenquer e de Pias. Um espumante de Bucelas fecha o ciclo.