Prazeres / Sabores

Vinhos para saudar e celebrar a época das festas

Depois da consoada, vinhos para brindar e deixar memórias entre a família e os amigos nos jantares que se seguem. Um Porto luso-francês, dois tintos do Tejo e três brancos: um lisboeta e dois durienses.

Foto: Pexels
22 de dezembro de 2022 | Augusto Freitas de Sousa

Grainha Reserva branco 2021

Dezassete anos após o lançamento do primeiro Grainha, este clássico ganhou uma nova imagem com assinatura de Eduardo Aires. É a expressão de um Douro mais profundo e gastronómico com maturação em madeira. Produzido com as castas Gouveio, Viosinho, Rabigato e Fernão Pires em modo de produção integrada, estagiou sete meses em barricas de carvalho francês (95%) e carvalho húngaro (5%). €14,99

Grainha Reserva branco 2021
Grainha Reserva branco 2021 Foto: D.R

Pessegueiro Vinha da Afurada Reserva Branco 2019

Enologia liderada por João Nicolau de Almeida que aqui optou por um estágio prolongado. Feito com as castas Rabigato e Viosinho, que foram para adega em caixas de 22 quilos, vinificadas numa cuba de inox. Estágio de 16 meses em pipos de 600 litros e igual tempo novamente em inox. Total de 32 meses até ao engarrafamento em novembro deste ano. €19,50

Pessegueiro Vinha da Afurada Reserva Branco 2019
Pessegueiro Vinha da Afurada Reserva Branco 2019 Foto: D.R

Marquesa de Alorna Grande Reserva Tinto 2016

Um tinto com enologia de Martta Reis Simões feito com cinco castas oriundas de vinhas velhas da casa. A colheita das uvas foi manual para caixas de 18 quilos. Desengace total com esmagamento suave e prensagem a baixa pressão. O branco estagia em barricas novas de carvalho francês durante 14 meses e outros 12 meses em garrafa. Proveniente da zona do Tejo. €29,99

Marquesa de Alorna Grande Reserva Tinto 2016
Marquesa de Alorna Grande Reserva Tinto 2016 Foto: D.R

Quinta da Côrte Vintage 2020 

Vinho produzido na quinta em Valença do Douro, propriedade de Philippe Austruy. É o terceiro vinho do Porto Vintage lançado por este produtor, criado exclusivamente a partir de uvas da parcela mais antiga com 110 anos de idade. Vinificação em lagares com pisa a pé e estágio em tonéis de madeira. Foram lançadas 3321 garrafas deste Porto que os responsáveis garantem que, em boas condições, se pode conservar 20, 50 anos ou mais. €95 

Quinta da Côrte Vintage 2020 
Quinta da Côrte Vintage 2020  Foto: D.R

Conde Vimioso Regional Tejo Reserva 2018 

Eleito recentemente "vinho do ano" no Grande Prémio Escolha da Imprensa 2022, este tinto faz parte do portfólio da marca Falua com direção enológica de Antonina Barbosa. Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Castelão e Aragonês, estagiou 18 meses em barricas novas e de segundo ano de carvalho francês. €14,99

Conde Vimioso Regional Tejo Reserva 2018 
Conde Vimioso Regional Tejo Reserva 2018  Foto: D.R

Quinta do Monte d’Oiro Reserva Branco 

Um monocasta Viognier da casa em Alenquer (região de Lisboa) dos produtores José e Francisco Bento dos Santos. Um branco em modo de produção biológica num microclima com influência atlântica (a vinha está apenas 20 quilómetros do oceano) com vindima manual em duas datas distintas na mesma parcela. Estagia oito meses em inox e posteriormente em barricas de carvalho francês.

Quinta do Monte d’Oiro Reserva Branco 
Quinta do Monte d’Oiro Reserva Branco  Foto: D.R
Saiba mais Vinhos, Natal, Consoada, Branco, Tinto
Relacionadas

Vinhos para receber o solstício de inverno

Esta é a altura em que se aproxima o dia mais curto do ano, a noite mais longa e o dia em que o sol está mais próximo. Um tinto exclusivo do Douro, outro tinto, um branco e um Porto, todos da mesma região, e ainda um espumante “verde” e um abafado do Tejo.

6 vinhos para brindar a 2023

Espera-se que o novo ano traga boas notícias para as vinhas de Norte a Sul de Portugal. Dois tintos blend a Norte e a Sul, um branco com madeira, um blanc de noir alentejano e um monocasta da mesma região. O brinde ao novo ano pode ser com um moscatel com 70 anos de vida.

Mais Lidas
Sabores Vinhos para beber no mês mais curto do ano

Foi uma imposição do imperador romano César Augusto que um dos dias de fevereiro passasse para agosto porque antes o mês tinha 29 dias (30 nos anos bissextos). Enfim, é empo suficiente para provar três tintos do Douro, Dão e Alentejo, um champanhe clássico, um Porto de Favaios e um branco de Monção e Melgaço.