Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!
Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!
Luiz Landeiro concretizou um sonho: queria ter um vinho que levasse o nome da sua família. E este é apenas um preâmbulo da história do Para Nisa 2024, um primeiro vinho e uma homenagem, também, à terra que escolheu para implementar o negócio. De Flórida para Nisa, de Nisa para o mundo, recuamos várias décadas até ao primeiro copo.
Onde nada existia, nasceu uma vinha e uma adega. Hamilton Reis tinha o sonho de fazer um vinho profundamente seu, do princípio ao fim, da terra até à garrafa. E assim surgiu o Natus, obra-prima de minúcia artesanal que pode ser encontrada na maior parte dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal.
Entre brancos, tintos e um par de espumantes, aqui ficam as melhores sugestões para beber, oferecer, impressionar e até guardar só para si.
Do Minho ao Algarve, descubra vinhos que transformam ‘mais um copo’ numa memória de fim de ano. Cinco escolhas festivas - três fortificados, um espumante clássico e um vinho tranquilo - que evocam a tradição portuguesa.
É, provavelmente, o champanhe mais famoso do mundo. E sai apenas nos melhores anos, razão pela qual ter três novidades no mercado – Clássico, Rosé e Plénitude 2 – é um motivo extra para celebrar. Com bom champanhe, evidentemente.
A temporada das novas colheitas e uma mão cheia de exposições estreantes dominam as propostas para este fim de semana.
Será, de facto, esta prática a salvação do vinho contra as alterações climáticas, como tantos prometem, ou apenas mais uma moda? Fomos falar com vários produtores – de ambos os lados da barricada – para tentar responder.