Uma nova geração de chefs está a reconfigurar o panorama gastronómico da cidade, diluindo as fronteiras entre o restaurante e a casa, e propondo uma cozinha despretensiosa, mas cheia de intenção.
Uma nova geração de chefs está a reconfigurar o panorama gastronómico da cidade, diluindo as fronteiras entre o restaurante e a casa, e propondo uma cozinha despretensiosa, mas cheia de intenção.
A semana das trufas brancas de Alba está em cima da mesa. Todos os anos, o chef Tanka Sapkota inaugura um menu especial, a caminho de se tornar um clássico, disponível apenas através de reserva. No ar, o perfume inconfundível de uma iguaria cobiçada em todo o mundo.
Quando Pedro Pena Bastos saiu do Cura, não faltou quem vaticinasse a morte da estrela Michelin do Ritz. Meio ano depois, a aposta na tranquilidade − foi o subchefe quem assumiu as rédeas − revelou-se a mais acertada.
A Casa Capitão foi totalmente remodelada e está pronta para se afirmar como o novo centro cultural de Lisboa. Localizada no Beato, inaugura a 19 de setembro com uma programação especial que promete mais de 30 eventos e atividades para todas as idades.
“O que mais importa nestes projetos são as pessoas que reunimos”, dizem, à vez, Jorge Dias e Anselmo Mendes, dois grandes senhores do vinho, unidos por uma longa amizade e juntos num dos projetos mais inovadores da região dos Verdes.
A célebre frase de Jean-Paul Sartre dá título à exposição desta artista plástica. Um conjunto de obras que remete para os conflitos internos que se geram a partir do olhar e julgamento dos outros, e que integra o ciclo de exposições temporárias da Casa das Histórias Paula Rego. Para visitar até dia 16 de outubro.
Os Mão Morta estão de regresso com "Viva la Muerte!", um disco e um espetáculo inspirado na estética da música de intervenção, que assinala os 40 anos da banda e comemora os 50 do 25 de Abril. Em entrevista à Must, o vocalista fala sobre os perigos dos novos totalitarismos e de como arte os pode combater.
O músico lançou recentemente 2000 A.D., um álbum de originais que é um convite a uma reflexão demorada sobre o presente, olhando para o sítio onde chegámos e para as possibilidades que não se concretizaram. E agora, para onde vamos?