Carros há muitos, mas são poucos os que conseguem sobreviver à prova do tempo. Só alguns, os mais especiais, atravessam gerações, valorizando cada década que passa. São automóveis de paixões, mas também de muitos milhões.
Carros há muitos, mas são poucos os que conseguem sobreviver à prova do tempo. Só alguns, os mais especiais, atravessam gerações, valorizando cada década que passa. São automóveis de paixões, mas também de muitos milhões.
O novo CEO da Kering deixou a Renault, e mais de 30 anos de experiência automóvel, para se atirar de cabeça ao segmento do luxo na indústria da moda. A Gucci está, desesperadamente, a precisar de uma reestruturação. Será de Meo o homem certo para a tarefa?
É de novo aquela altura do ano: às 15 horas de sábado, 62 carros, tripulados por 186 pilotos, vão lançar-se para 24 horas de corrida à volta de um circuito, parte permanente, a maioria em estrada nacional, com 13.628 metros de perímetro. É a maior prova de resistência do Desporto Automóvel.
A meia idade é um mito. E os 50 anos parecem os novos 25. Vários modelos da atual indústria automóvel têm cinco décadas de vida, segmentadas em diversas gerações. É o caso do Volkswagen Polo.
Parte miniatura automóvel, parte obra de arte, parte pisa-papéis e parte puzzle, o Cameo é uma peça de decoração muito especial. A carroçaria é construída através do encaixe de duas secções – uma em carvalho maciço e outra em alumínio polido – que, em conjunto, recriam o icónico acabamento em dois tons da marca.
Com uma relação estabelecida desde 2020, este é o quarto automóvel personalizado pela marca de moda nova-iorquina.
Provavelmente. Mas tal como com a cerveja, um automóvel deve ser experimentado para se determinar se sim ou sopas. Foi o que fomos fazer ali à Califórnia.
Há precisamente 50 anos, o Salão Automóvel de Paris abria portas com várias novidades mundiais. Uma delas era o Citroën CX, o substituto do mítico DS.