Viver Como viajar em económica (como se fosse em primeira classe)

Nos tempos que correm toda a gente anda de avião. E um dos resultados da democratização deste meio de transporte é a ausência daqueles luxos que podem fazer toda a diferença. Através de pequenos truques, tentamos subverter esta realidade. Não garantimos milagres, mas asseguramos melhorias.

Drive Carros para as mulheres da nossa vida

Carros há muitos e gostos também. Num cenário sem limitações financeiras de maior, que tal oferecermos o carro perfeito para cada uma das mulheres que trazemos no coração?

Artes Onde gastar (muito) dinheiro

Não há extravagância que não esteja ao alcance dos muito ricos. A elite dos melhores profissionais do mundo e dos serviços mais exclusivos encontra-se à distância de um telefonema. Saiba onde ir, o que comprar e quem chamar, se for o seu caso.

Drive Electric dreams, a nova Harley elétrica é mesmo um sonho

Rebeldia, liberdade à americana, tradição e, agora, eletricidade. A Harley-Davidson estreou, este ano, a sua primeira mota totalmente elétrica, a LiveWire. Como se não bastasse de estreias modernas, lançou também o seu primeiro modelo de aventura, a imponente Pan America. A lendária Harley está viva e recomenda-se.

Lugares Os refúgios dos playboys e dos magnatas

Paris, Cap d’Antibes, Veneza, Rio de Janeiro, Capri, Gstaad, Mustique, Sain-Tropez ou Acapulco eram alguns dos redutos ou refúgios de sonho de estrelas de cinema, de herdeiros, de magnatas, de aristocratas e de playboys, nas décadas de 1950 a 1970. A aviação comercial foi crucial para o desenvolvimento das viagens de luxo dos happy few, antes que esses lugares míticos tivessem ficado abarrotados de turistas e os aviões se tivessem transformado em meros autocarros aéreos.

Viver Os luxos dos jogadores de futebol

Mansões que valem milhões, carros topo de gama, jatos privados e capas de telemóvel no valor de 35 mil euros — assim gastam as suas fortunas os melhores jogadores do mundo. Mas existe, também, um lado solidário que os craques da bola nunca esquecem. E isso, sim, é “jogar bonito”.

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