Do quase surf ao vocalista e guitarrista dos Clash. Cinco objetos extraordinários.
Do quase surf ao vocalista e guitarrista dos Clash. Cinco objetos extraordinários.
A maior ilha das Canárias afirma-se como destino gastronómico de excelência, onde se cruzam vinhos vulcânicos, produtos locais e cozinha criativa. Portugal faz parte da história dessa identidade, celebrada no encontro entre Henrique Sá Pessoa e Jesús Camacho, que levaram à mesa uma fusão entre tradição atlântica e inovação contemporânea.
A CEO e Owner da Architect your Home, com presença nos mercados nacional e internacional, escolhe a sua prancha de bodyboard como um dos seus objetos mais luxuosos. Mas há uma explicação: um objeto com o qual se relaciona com o oceano onde sempre revive experiências únicas e tudo flui com naturalidade.
O diretor criativo da linha de homem da Mango, Roberto Pastore, chamou Toby Lamb, diretor de design da marca cool de alfaiataria inglesa, Richard James para criar uma coleção que acaba mesmo de sair. A Must foi fazer perguntas a ambos e resultou numa bela conversa sobre alfaiataria.
Ainda há quem use a expressão “vinho de mulheres” num tom pouco elogioso, quando a realidade os desmente por completo. A história do vinho mostra que, se algo merece esse rótulo, então estamos a falar de alguns dos melhores vinhos do mundo.
Depois de Nova Iorque, Hamptons e sul da Flórida, a empresa americana Corcoran, que vende imóveis de luxo, abriu um escritório em Lisboa na Avenida da Liberdade. O plano é abrir lojas no Príncipe Real (Lisboa), Comporta, Porto, Algarve e Madeira. Em Portugal, o negócio está entregue a Hugo Santos Ferreira, CEO da Corcoran Atlantic.
Esta é uma das mais curiosas, luxuosas e belas quintas agrícolas em Portugal. De uma pequena adega, saem vinhos que primam pela pureza e pelo carácter vincado. Tudo num cenário idílico, difícil até de imaginar
O mercado de luxo está em crescimento em todo o mundo e Portugal não é exceção. Os turistas norte-americanos e brasileiros foram os que mais contribuíram para esta tendência. No entanto, de acordo com representantes do setor do luxo, há oportunidades que precisam de ser “capitalizadas”, não só da parte das marcas como da promoção externa de Portugal.