O objeto decorativo (e não só) mais incrível de sempre: a prancha de surf da Longchamp x Shapers Club.
O objeto decorativo (e não só) mais incrível de sempre: a prancha de surf da Longchamp x Shapers Club.
A ideia de David Sylvester é ambiciosa, mas precisa: “Qualquer vinho do Porto que produzamos e que não consideremos digno de uma declaração Vintage ou de ser guardado durante anos ou décadas nunca terá o rótulo Kimbrel”.
Aqui, não há pressa. Há espaço.
A nova coleção revisita códigos do passado, mas não para os repetir. Afina-os, consolidando uma linguagem visual coesa e uma identidade que se afirma pela confiança.
Sobretudos, blusões, puffers, bombers, todos os modelos são válidos - e tendência.
O mercado de luxo está em crescimento em todo o mundo e Portugal não é exceção. Os turistas norte-americanos e brasileiros foram os que mais contribuíram para esta tendência. No entanto, de acordo com representantes do setor do luxo, há oportunidades que precisam de ser “capitalizadas”, não só da parte das marcas como da promoção externa de Portugal.
O novo luxo já não se mede pelo preço, mas pela precisão, pelo conhecimento e pela personalização. A beleza deixou de ser um ideal abstrato para se tornar uma prática concreta, informada por dados, genética e tecnologia de ponta. Cuidar da pele, do cabelo ou do aroma pessoal é hoje um exercício de ciência aplicada - e, acima de tudo, de escolha consciente.
Agora que a supremacia tecnológica tudo baralha para voltar a dar, como fica a definição clássica do luxo? Sobrevive blindado ou reinventa-se com novos valores? Fomos perguntar a uma especialista no tema, Helena Amaral Neto.