A ideia de David Sylvester é ambiciosa, mas precisa: “Qualquer vinho do Porto que produzamos e que não consideremos digno de uma declaração Vintage ou de ser guardado durante anos ou décadas nunca terá o rótulo Kimbrel”.
A ideia de David Sylvester é ambiciosa, mas precisa: “Qualquer vinho do Porto que produzamos e que não consideremos digno de uma declaração Vintage ou de ser guardado durante anos ou décadas nunca terá o rótulo Kimbrel”.
O percurso do produtor da Casa da Réssa (uma palavra antiga do Douro e Minho que significa réstia de sol), Alexandre Dias, fez-se ligado ao mundo empresarial e à gestão, mas deixou-se transformar pelo território. Um cruzamento entre disciplina empresarial e paixão pela terra que o levou a apaixonar-se por uma parcela antiga.
A CEO e Owner da Architect your Home, com presença nos mercados nacional e internacional, escolhe a sua prancha de bodyboard como um dos seus objetos mais luxuosos. Mas há uma explicação: um objeto com o qual se relaciona com o oceano onde sempre revive experiências únicas e tudo flui com naturalidade.
A ideia é partilhar porções mais pequenas dos best-sellers e de algumas supresas extra da estação e da cozinha. E assim conhecer melhor o menu e diversificar sabores.
Numa casa portuguesa fica bem pão, vinho e uma estrela Michelin sobre a mesa.
Ainda há quem use a expressão “vinho de mulheres” num tom pouco elogioso, quando a realidade os desmente por completo. A história do vinho mostra que, se algo merece esse rótulo, então estamos a falar de alguns dos melhores vinhos do mundo.
Na ilha Terceira, o Torel Terra Brava propõe uma forma diferente de conhecer os Açores, com menos pressa, mais ligação à natureza e às pessoas cá da terra.
Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!