Os modelos Birkin e Kelly têm demonstrado uma valorização consistente, semelhante ao ouro. Nos últimos dez anos, os preços aumentaram cerca de 5% ao ano – melhor retorno do que muitas aplicações a prazo.
Os modelos Birkin e Kelly têm demonstrado uma valorização consistente, semelhante ao ouro. Nos últimos dez anos, os preços aumentaram cerca de 5% ao ano – melhor retorno do que muitas aplicações a prazo.
Engana-se quem ainda associa o uso de carteiras às mulheres. Jacob Elordi, ASAP Rocky e David Beckham vêm contrariar essa ideia e já não dispensam este adereço no seu dia-a-dia. Com tamanhos e cores diversificadas, características mais ou menos ousadas, vão muito além de um simples acessório.
Nos últimos anos, este setor tem mudado muito. Não só as casas estão mais caras, como, conforme indica Margarita Oltra, da Engel & Völkers, “no segmento da segunda residência, o comprador internacional chega aos 90% e escolhe locais fora dos grandes centros”.
A marca francesa, dona das carteiras Birkin e Kelly, aproveitou um mau momento da rival LVMH, penalizada na negociação em bolsa pela desaceleração da procura na China e nos Estados Unidos.
Em colaboração com a Flos, as duas marcas italianas desenvolveram candeeiros de mesa com variações de tamanho e cor que são autênticas esculturas.
O Independente Comporta está na costa mais cobiçada do país, mas tem um conceito de luxo autêntico e acessível, com preocupações ecológicas e uma ideia de comunidade. Ficámos fãs.
Tote, sling, clutch, ou messenger, todos os modelos de carteiras servem o propósito: definem estilos e personalidades, isto porque falar de funcionalidade é já um dado adquirido. Uma de cada, para cada ocasião, parece ser a melhor opção.
Brancos ou tintos, espumantes e rosés, com uma acidez refrescante para dar outra alegria aos dias quentes de verão. Para todas as carteiras e (quase) todos os gostos.