No mínimo, mais interessante que há uma década. É o que prova o novo Quinta do Sampayo Rosé 2025, que fomos conhecer ao Algarve, a convite dos proprietários, Ana Macedo e Pedro Emídio.
No mínimo, mais interessante que há uma década. É o que prova o novo Quinta do Sampayo Rosé 2025, que fomos conhecer ao Algarve, a convite dos proprietários, Ana Macedo e Pedro Emídio.
A Fundação Calouste Gulbenkian recebe a obra de Todd Webb, fotógrafo norte-americano que registou Portugal entre os anos 70 e 80. O resultado é um retrato raro de um país em transformação e de uma Lisboa que o tempo entretanto apagou.
No ano passado, mais visitantes estrangeiros vieram fazer compras a Portugal, mas o gasto médio diminuiu, segundo as contas do maior operador global de tax free. Geração Z compra cada vez mais, novas cidades atraem compradores.
Num mundo em que os pais e filhos, maridos e mulheres, se veem cada vez menos, os momentos em conjunto têm de valer a pena. O Martinhal percebeu isso cedo e fez das férias em família o centro da sua proposta − com uma sofisticação única na hotelaria mundial.
Depois de Nova Iorque, Hamptons e sul da Flórida, a empresa americana Corcoran, que vende imóveis de luxo, abriu um escritório em Lisboa na Avenida da Liberdade. O plano é abrir lojas no Príncipe Real (Lisboa), Comporta, Porto, Algarve e Madeira. Em Portugal, o negócio está entregue a Hugo Santos Ferreira, CEO da Corcoran Atlantic.
Três spas portugueses integram o exclusivo Luxury Spas & Wellness 2026, reafirmando Portugal como destino de referência em experiências sofisticadas de spa e wellness que aliam o luxo e a estética ao bem-estar do corpo e da mente.
Do Minho ao Algarve, descubra vinhos que transformam ‘mais um copo’ numa memória de fim de ano. Cinco escolhas festivas - três fortificados, um espumante clássico e um vinho tranquilo - que evocam a tradição portuguesa.
Era quase inevitável que Filipe Caldas Vasconcelos dedicasse tempo da sua vida ao Morgado do Quintão no Algarve. A propriedade manteve a história agrícola e cultural e uma ascendência familiar que vai até ao primeiro dono, o 1.º conde de Silves no século XIX. A inevitabilidade tem a ver com o produtor que se tornou o guardião de um património que hoje cruza vinho, arte e enoturismo.