Algumas propostas para um começo de ano mais reconfortante: dois tintos do Alto Alentejo e dois monocasta ainda alentejanos, um tinto biológico do Douro e, a fechar, um branco do Tejo.
Algumas propostas para um começo de ano mais reconfortante: dois tintos do Alto Alentejo e dois monocasta ainda alentejanos, um tinto biológico do Douro e, a fechar, um branco do Tejo.
Chegámos ao mês da fase “pintor”, em que se inicia a maturação das uvas e estas começam a ganhar cor. Para assinalar o momento, elegemos quatro tintos dos Açores, Tejo, Douro e Alentejo e dois brancos com madeira.
Uma novidade fresquíssima das Caves São Domingos e da Adega de Penalva da mesma casta, mas que os produtores escrevem de maneira diferente. Um tinto do Tejo que cresce num terroir muito especial, um branco da descendente da Ferreirinha e dois rosés da variedade bem portuguesa.
Num mês em que tradicionalmente acontecem as vindimas – há regiões que as fazem mais cedo e outras mais tarde –, vinhos que evocam uma das atividades mais antigas na agricultura. Dois tintos do Tejo e Douro, três brancos a Sul e a Norte e um açoriano com pontuações únicas.
No início da primavera, espera-se pelos dias mais longos enquanto se assiste a mais um ciclo de fertilidade nas terras cultivadas e nas mais selvagens. Um tinto especial de um produtor com história, dois tintos do Douro e Dão, um branco em forma de homenagem e dois vinhos colhidos muito mais tarde.
Um mês para aguardar a primavera, preparar as novas safras e provar alguns vinhos prontos para engarrafar ou estagiar. Um tinto e um branco do Alentejo, dois tintos do Douro e Tejo, um Porto velho e um espumante certificado pela primeira vez.
Em muitas adegas, esta é a altura de mudar os vinhos para garrafas, cubas ou barricas. Há quem corrija os defeitos e quem ateste os recipientes para não deixar entrar oxigénio. Dois tintos a Norte a Sul, um Madeira especial, dois alvarinhos distintos, um branco colhido tardiamente e um rosado com muita lata.
Os termos delivery e take away ganharam relevo nos últimos meses. É o novo normal para muitos restaurantes, sobretudo para aqueles que não têm esplanada. Que melhor forma de ajudar a restauração nacional do que encomendar o jantar logo à noite?
O partido de André Ventura conseguiu um resultado estrondoso nas eleições de domingo. As reações, à esquerda e ao centro do espectro político, vão-se dividindo, mas há uma que sobressai: a acusação aos votantes do Chega, chamando-lhes fascistas. E isso é tão pouco inteligente.
Na pequena localidade de Pombalinho, em pleno coração da serra de Sicó, a Villa Pedra nasceu como refúgio turístico, mas também como projeto de recuperação patrimonial, através de uma aldeia inteira reconstruída, pedra sobre pedra, que convida ao descanso, a saborear os sabores locais e a caminhadas sem pressa.
Do Lavradio para França e de volta à Luz, a carreira de Fernando Chalana, o “pequeno genial”, o “Chalanix” de Bordéus, bigode farto, corpo franzino, foi maior do que o seu tamanho. Deixou-nos aos 63 anos, precocemente, porque morre cedo aquele a quem os deuses amam. O velório decorrerá entre as 19 e as 22 horas desta quinta-feira na Basílica da Estrela, em Lisboa.
A Diretora do Programa de Gestão do Luxo da Universidade Católica diz que Portugal tem produtos deste segmento, mas não consegue criar marcas de luxo. A Must aproveitou a conferência Negócios do Luxo para conversar com ela sobre o que tem de ser feito para mudar esse cenário.