Viver

Quem são as 100 mulheres mais influentes de Espanha?

A lista, a primeira feita pela FORBESW (Forbes Women), mostra quais as áreas e profissões das mulheres mais influentes do país vizinho.

Foto: Getty Images
31 de outubro de 2022 | Bianca Gregório com Rosário Castro.
As influencers têm ocupado um grande espaço nas listas de mulheres mais poderosas do mundo, mas a Forbes espanhola também distingue a importância e, claro, a influência, de todas as outras profissões das mulheres mais bem-sucedidas. Ficamos a conhecê-las na lista anual da FORBESW (Forbes Woman).

Desde empreendedoras, da cultura, arte ou desportos, a MUST destaca Aitana – cantora desde 2017, graças à sua participação no programa "Operação Triunfo" - que é também embaixadora de marcas como McDonalds e Yve Saints Laurent.

Ou Alicia Koplowitz, presidente e fundadora da Omega Capital, empresa de investimento, que é uma das 1000 pessoas mais ricas do mundo e de Espanha.
Outra das mulheres que entram nesta lista é Ana Férnandez-Sesma, investigadora e professora na escola de Medicina de Ichan, em Nova Iorque, que por sua vez é uma grande apoiante das vacinas. Estudou Ciências Biomédicas na Universidade de Salamanca.

Ana Jaureguizar, CEO L’Óreal Luxe, adminstra grandes marcas como Armani e Valentino. É promotora de diversidade e sustentabilidade nas marcas de luxo. Já Ana Peleteiro é a atleta espanhola que já bateu vários recordes em diferentes campeonatos: o último salto que fez rendeu-lhe a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 2020. 

Ana Rosa Quintana, presidente da Unicorn Content, empresa produtora de formatos para televisão, é também jornalista e já recebeu prémios como Prémio de Talento 2014 e o Prémio Ondas. Aqui pode ficar a conhecer a lista na íntegra.
Saiba mais Lista, Mulheres, Influência, Espanha
Relacionadas
Mais Lidas
Viver Os luxos dos jogadores de futebol

Mansões que valem milhões, carros topo de gama, jatos privados e capas de telemóvel no valor de 35 mil euros — assim gastam as suas fortunas os melhores jogadores do mundo. Mas existe, também, um lado solidário que os craques da bola nunca esquecem. E isso, sim, é “jogar bonito”.