Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!
Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!
Depois de seis anos de trancas à porta, reabre um dos espaços mais queridos da cena cosmopolita lisboeta. A Bica do Sapato sempre foi muito mais que um restaurante.
Num gesto inédito no universo do champanhe, a EPC entregou à comunidade a escolha dos artistas da sua nova edição limitada. A dupla portuguesa Los Pepes teve uma vitória esmagadora e o resultado é uma garrafa que tem tanto de objeto de coleção como de celebração urbana.
É, provavelmente, o champanhe mais famoso do mundo. E sai apenas nos melhores anos, razão pela qual ter três novidades no mercado – Clássico, Rosé e Plénitude 2 – é um motivo extra para celebrar. Com bom champanhe, evidentemente.
Perto de Montemor-o-Novo, no desconhecido terroir de Lavre, nascem alguns dos vinhos mais surpreendentes do Alentejo. Tintos e brancos cheios de personalidade e suavidade, cortesia da centenária herdade do Monte da Bica.
Na pequena localidade de Pombalinho, em pleno coração da serra de Sicó, a Villa Pedra nasceu como refúgio turístico, mas também como projeto de recuperação patrimonial, através de uma aldeia inteira reconstruída, pedra sobre pedra, que convida ao descanso, a saborear os sabores locais e a caminhadas sem pressa.
Tintos, brancos, rosés e até um Porto. Do Minho ao Porto Santo — e mais um francês, para dar um toque internacional. A maioria com preços acessíveis, mas também há algumas estrelas — daquelas que decidem jantares, para continuar com a analogia futebolística. E, evidentemente, todos se destacam pela leveza e frescura, como se pede a um vinho que vai acompanhar refeições de verão.
Depois de anos a cozinhar pelo mundo, Pedro Trogal Viana decidiu que era tempo de regressar às origens para contar o seu percurso através da comida. Lisboa é o cenário e o palco é o novo Confissões, um restaurante de linhas sóbrias, com mesas de mármore e louça artesanal grega, onde se celebra uma cozinha de autor sem filtros, cópias ou concessões.