Viver Anos dourados, as festas que ninguém esquece

Tendo como ponto de partida “a maior festa do mundo” dada pelo Xá da Pérsia, em 1971, recordamos as que foram oferecidas por grands seigneurs nos anos 60 e 70, nesta época em que se festeja a passagem do ano. Ao refinamento de antes sobrepôs-se a riqueza, ao chique o novo-riquismo, à imaginação o trivial, à exclusividade a mundanidade e ao bom gosto a quase vulgaridade. As verdadeiras grandes festas esfumaram-se. Mas não na nossa memória.

Conversas Schwarzenegger “Trump está apaixonado por mim”

Schwarzenegger regressou como o Exterminador, 35 anos após o primeiro filme e agora com corpo de pai. Entretanto, já governou a quinta maior economia do mundo, ganhou 400 milhões de dólares, enfrentou Trump e sobreviveu a vários escândalos. Será que, aos 72 anos, Arnie amoleceu?

Moda O bom e o mau dos Globos de Ouro 2020

Numa passadeira vermelha sem grandes sobressaltos, os looks masculinos tinham uma alfaiataria irrepreensível e estiveram na sua maioria dentro do politicamente correto e apropriado para a ocasião – Wesley Snipes tirando um ou outro erro na escolha de acessórios.

Viver Chamem-me Mr. Monaco, o melhor amigo dos milionários

Se quiser dar uma festa para multimilionários, vai precisar de champanhe vintage, de mulheres jovens e muito sensuais e de um iate de luxo. E, eventualmente, de incluir um atleta olímpico ou um astronauta na lista de convidados. Isto, de acordo com Nicholas Frankl, que se define como um “conector”, um homem que estabelece contactos UHNW*. Só visto!

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