O projeto do grupo João Portugal Ramos celebra este ano a primeira vindima na adega construída de raiz. Concebida sob o princípio da sustentabilidade, a nova unidade alia inovação tecnológica ao respeito pela paisagem do Douro Superior.
O projeto do grupo João Portugal Ramos celebra este ano a primeira vindima na adega construída de raiz. Concebida sob o princípio da sustentabilidade, a nova unidade alia inovação tecnológica ao respeito pela paisagem do Douro Superior.
Um vinho que passou por uma “desalcoolização”, um Alvarinho com várias colheitas na garrafa, dois brancos do Douro, um deles com uma variedade estrangeira e ainda um tributo a uma mulher notável.
A Sogrape lançou recentemente dois vinhos que prestam homenagem a Fernando Guedes, pai da geração atualmente à frente da empresa. O Honra, um grande branco dos Vinhos Verdes, e o Legado, que já ninguém dúvida estar entre os melhores do Douro.
O sul belo e autêntico, a vinha cuidada e a sustentabilidade levada a peito são os ingredientes mágicos da Tapada de Coelheiros, em Arraiolos. Quer viver experiências reais com vinho, natureza quase selvagem e muitos animais? Chegou à Tapada de Coelheiros.
Tintos, brancos, rosés e até um Porto. Do Minho ao Porto Santo — e mais um francês, para dar um toque internacional. A maioria com preços acessíveis, mas também há algumas estrelas — daquelas que decidem jantares, para continuar com a analogia futebolística. E, evidentemente, todos se destacam pela leveza e frescura, como se pede a um vinho que vai acompanhar refeições de verão.
Um colheita tardia de Favaios calha bem à sobremesa e não só. O rosé do Alentejo ou o “verde” de Portugal Ramos, e ainda os dois tintos do Alentejo e do Douro, completam o ramalhete.
A primeira vindima do Aeternus foi em 2017, ano da morte de Américo Amorim – e desde então apenas foram lançadas as colheitas de 2019 e, já este ano, de 2022. É um vinho raro, o mais especial da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, e promete continuar a dar prazer por muitos e muitos anos.
Neste mês de calor, os rosés do Douro e do Alentejo são bem-vindos. Juntam-se três brancos, um deles feito a partir de uvas tintas.