No mínimo, mais interessante que há uma década. É o que prova o novo Quinta do Sampayo Rosé 2025, que fomos conhecer ao Algarve, a convite dos proprietários, Ana Macedo e Pedro Emídio.
No mínimo, mais interessante que há uma década. É o que prova o novo Quinta do Sampayo Rosé 2025, que fomos conhecer ao Algarve, a convite dos proprietários, Ana Macedo e Pedro Emídio.
É, provavelmente, o champanhe mais famoso do mundo. E sai apenas nos melhores anos, razão pela qual ter três novidades no mercado – Clássico, Rosé e Plénitude 2 – é um motivo extra para celebrar. Com bom champanhe, evidentemente.
Um colheita tardia de Favaios calha bem à sobremesa e não só. O rosé do Alentejo ou o “verde” de Portugal Ramos, e ainda os dois tintos do Alentejo e do Douro, completam o ramalhete.
Este mês há vários destaques, desde logo para dois vinhos da mesma região, ambos com história e tradição. No Douro há um novo rosé para estar atento e dois tintos clássicos do Alentejo e Lisboa.
Um Pinot Noir sem nada a temer dos borgonheses, um espumante que não é branco nem rosé, mas Baga, e três vinhos de terroir de vinhas muito velhas. A Casa da Passarella foi ao passado abrir caminho para os vinhos de amanhã, e o resultado é francamente especial.
Numa casa onde o sucesso é medido pelo Mateus Rosé e a qualidade pelo Barca Velha, não é fácil um vinho sobressair. Mas o Legado destaca-se, e de que maneira.
A chegada de uma nova colheita de Dom Pérignon Rosé é sempre um momento especial, que este ano se comemorou com uma série de jantares únicos por esse mundo fora. Portugal incluído, no 100 Maneiras. Vamos brindar a 2024?
Chegou a hora da vinha descansar depois de meses a produzir. Em destaque, dois brancos com propósitos diferentes nas suas quintas, um tinto que é uma nova aposta e um rosé arrebatado às vinhas velhas durienses.