Carros há muitos, mas são poucos os que conseguem sobreviver à prova do tempo. Só alguns, os mais especiais, atravessam gerações, valorizando cada década que passa. São automóveis de paixões, mas também de muitos milhões.
Carros há muitos, mas são poucos os que conseguem sobreviver à prova do tempo. Só alguns, os mais especiais, atravessam gerações, valorizando cada década que passa. São automóveis de paixões, mas também de muitos milhões.
É de novo aquela altura do ano: às 15 horas de sábado, 62 carros, tripulados por 186 pilotos, vão lançar-se para 24 horas de corrida à volta de um circuito, parte permanente, a maioria em estrada nacional, com 13.628 metros de perímetro. É a maior prova de resistência do Desporto Automóvel.
Não há outro Ferrari como o 166 Spyder Corsa de 1948. É o mais antigo na sua condição original e prepara-se para ir a leilão pela primeira vez em maio, em Villa d’Este, nas margens do Lago Como. Antes ainda, já no dia 8 de março, em Amelia Island, há um 250 GT California Spider, de 1959, que está a deixar os entusiastas loucos.
De 1 a 23 de novembro, este festival recebe vários concertos, de Tó Trips e Rodrigo Leão à estreia de Makaya McCraven em Portugal.
O produtor da casa Reynolds, existente há mais de 200 anos, tem histórias para contar desde que o seu tetravô chegou ao Porto no início do século XIX. Uma narrativa que passa por Inglaterra, Espanha, Nova Zelândia e Portugal. Mas a palavra certa para Julian Cuellar Reynolds é: raiano.
A Breitling acaba de lançar um novo relógio inspirado nos Muscle Car norte-americanos. E aproveitaram para melhorar toda a coleção, que contava já com Mustang, Corvette e Cobra.
O músico lisboeta está de volta em nome próprio com Popular Jaguar, um “álbum terapêutico e autobiográfico”, como revela nesta entrevista à Must, no qual viaja pelas várias geografias da sua música. Em paralelo, lançou também o livro Ínfimas Coisas, com fotografias, textos e memórias das muitas viagens que tem feito.
Há 70 anos, em junho de 1953, a General Motors lançava um novo modelo desportivo e incluía-o no portefólio da Chevrolet, a sua marca ponta-de-lança, aquela que dava maior luta ao “inimigo” Ford. Nascia o Corvette, um nome que se confunde com a história do Automóvel nos Estados Unidos.