Numa casa portuguesa fica bem pão, vinho e uma estrela Michelin sobre a mesa.
Numa casa portuguesa fica bem pão, vinho e uma estrela Michelin sobre a mesa.
A primeira vindima do Aeternus foi em 2017, ano da morte de Américo Amorim – e desde então apenas foram lançadas as colheitas de 2019 e, já este ano, de 2022. É um vinho raro, o mais especial da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, e promete continuar a dar prazer por muitos e muitos anos.
Passou por vários países, da Venezuela aos Estados Unidos, com passagens por Espanha, Itália e Brasil, para se estabelecer no seu Algarve-natal. Diogo Pereira é, desde 2016, chef no Senses, restaurante do Cascade Wellness Resort, em Lagos.
Os Mão Morta estão de regresso com "Viva la Muerte!", um disco e um espetáculo inspirado na estética da música de intervenção, que assinala os 40 anos da banda e comemora os 50 do 25 de Abril. Em entrevista à Must, o vocalista fala sobre os perigos dos novos totalitarismos e de como arte os pode combater.
Nada como uma boa caminhada ao ar livre para compensar os excessos de dezembro. Opções não faltam, até porque muitas vezes a natureza está mesmo ao virar da esquina, como se comprova nestes trilhos, todos apenas a uma hora (ou menos) de distância de Lisboa e do Porto.
Agora que o Europeu de Futebol está pronto para arrancar na Alemanha, celebremos os 20 anos do Euro 2004. Foi um festival de sonhos e de desilusões que virou o País do avesso e que ainda hoje perdura na memória coletiva.
"Fado Alexandrino", de António Lobo Antunes, é a grande estreia de uma programação dedicada à Revolução dos Cravos.
O partido de André Ventura conseguiu um resultado estrondoso nas eleições de domingo. As reações, à esquerda e ao centro do espectro político, vão-se dividindo, mas há uma que sobressai: a acusação aos votantes do Chega, chamando-lhes fascistas. E isso é tão pouco inteligente.