Do relógio e iphone “dourados” às aventuras mais extremas, a exclusividade dos objetos de desejo que marcam o início do ano.
Do relógio e iphone “dourados” às aventuras mais extremas, a exclusividade dos objetos de desejo que marcam o início do ano.
O diretor de operações do Amorim Luxury Group identifica os “escassos e preciosos momentos offline” como um dos principais luxos na sociedade atual. Esteve anos na PwC (PricewaterhouseCooper) antes de começar a trabalhar no grupo liderado por Paula Amorim em 2020.
A CEO e Owner da Architect your Home, com presença nos mercados nacional e internacional, escolhe a sua prancha de bodyboard como um dos seus objetos mais luxuosos. Mas há uma explicação: um objeto com o qual se relaciona com o oceano onde sempre revive experiências únicas e tudo flui com naturalidade.
Sete escanções dos melhores restaurantes de Portugal partilham as maiores extravagâncias dos seus clientes.
O francês ou o porto riquenho também podem protagonizar a exclusividade sem comprometer uma lista de gadgets de luxo.
Depois de Nova Iorque, Hamptons e sul da Flórida, a empresa americana Corcoran, que vende imóveis de luxo, abriu um escritório em Lisboa na Avenida da Liberdade. O plano é abrir lojas no Príncipe Real (Lisboa), Comporta, Porto, Algarve e Madeira. Em Portugal, o negócio está entregue a Hugo Santos Ferreira, CEO da Corcoran Atlantic.
Os milionários estão com vontade de despejar dinheiro em cima de experiências exclusivas e luxuosas. As companhias aéreas estão atentas e aproveitam a oportunidade para reinventar os seus serviços premium.
Agora que a supremacia tecnológica tudo baralha para voltar a dar, como fica a definição clássica do luxo? Sobrevive blindado ou reinventa-se com novos valores? Fomos perguntar a uma especialista no tema, Helena Amaral Neto.