Do relógio e iphone “dourados” às aventuras mais extremas, a exclusividade dos objetos de desejo que marcam o início do ano.
Do relógio e iphone “dourados” às aventuras mais extremas, a exclusividade dos objetos de desejo que marcam o início do ano.
A CEO e Owner da Architect your Home, com presença nos mercados nacional e internacional, escolhe a sua prancha de bodyboard como um dos seus objetos mais luxuosos. Mas há uma explicação: um objeto com o qual se relaciona com o oceano onde sempre revive experiências únicas e tudo flui com naturalidade.
Carros há muitos, mas são poucos os que conseguem sobreviver à prova do tempo. Só alguns, os mais especiais, atravessam gerações, valorizando cada década que passa. São automóveis de paixões, mas também de muitos milhões.
Os milionários estão com vontade de despejar dinheiro em cima de experiências exclusivas e luxuosas. As companhias aéreas estão atentas e aproveitam a oportunidade para reinventar os seus serviços premium.
Agora que a supremacia tecnológica tudo baralha para voltar a dar, como fica a definição clássica do luxo? Sobrevive blindado ou reinventa-se com novos valores? Fomos perguntar a uma especialista no tema, Helena Amaral Neto.
Há cada vez mais clássicos estacionados na garagens dos multimilionários. São modelos históricos, objetos de culto, símbolos de status - com valores que chegam aos muitos milhões.
O cansaço das redes sociais está a trazer de volta os jogos, e as casas de moda de luxo como a Miu Miu, sempre atentas ao pêndulo cultural, estão a transformá-los em peças de coleção. Há melhor forma de passar a noite de Natal?
Concebido pelo arquiteto Xie Ke, o projeto transforma a experiência do retalho numa reflexão sobre o tempo, a harmonia e o luxo silencioso das coisas bem feitas. Uma ode à elegância que se revela na pausa e na ordem subtil do essencial.