O logótipo da marca diz quase tudo – “Ferreira de Sá Tapetes de luxo desde 1946”. Américo Pinheiro lidera uma empresa fundada há 80 anos em Espinho que desenvolve coleções exclusivas para inúmeros projetos em mais de 60 países.
O logótipo da marca diz quase tudo – “Ferreira de Sá Tapetes de luxo desde 1946”. Américo Pinheiro lidera uma empresa fundada há 80 anos em Espinho que desenvolve coleções exclusivas para inúmeros projetos em mais de 60 países.
“O problema aqui não é o futebol. O problema aqui não é, sequer, o Cristiano Ronaldo, com tudo o que tem de louvável e possa ter de criticável. Nada disso. O problema aqui é o País ter parado para ver o aviãozinho desenhado no mapa.” Mais um comentário inútil sobre o assunto irrelevante para o qual não conseguimos deixar de olhar.
Durante décadas, a relação entre futebol e moda era relativamente fácil de compreender. As marcas desportivas faziam os equipamentos. As casas de luxo vestiam jogadores para cerimónias, campanhas publicitárias ou produções editoriais. Os dois universos cruzavam-se, mas raramente ocupavam verdadeiramente o mesmo espaço. Essa fronteira está a desaparecer.