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O verdadeiro artista, o pai com um milhão de seguidores no Instagram

Simon Hooper postou a primeira fotografia das suas gémeas no Instagram, há dois anos. Desde então, este pai de quatro filhas tem um séquito de patrocinadores e milhão de seguidores (jovens mulheres, na maioria). Encontrámo-nos com o incidental influenciador das redes sociais – um atraente e um pouco desesperado pai. E ficámos a saber, também deste modo, a arte da nova paternidade.

Foto: Tom Jackson, The Sunday Times
16 de dezembro de 2019 | Richard Goodwin- The Sunday Times
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Há pouco tempo, no sexto dia de uma semana a sós com as filhas gémeas, Simon Hooper abriu o frigorífico e descobriu que não havia nada no interior para comer, excepto indescritíveis restos de comida e iogurtes cujos prazos estavam fora de validade. Não tinha escolha. Teria de levar as filhas de 2 anos, Ottilie e Delilah, ao supermercado. Foi – como ele contou às 833 mil pessoas que o seguiam na conta do Instagram @father_of_daughters – sem dúvida a pior experiência da semana. Delilah fugiu, ludibriando a sua vigilância, e foi-lhe entregue por um segurança. Ottilie "desenhou um Picasso" no carrinho com um iogurte. Na fila para a caixa, as duas crianças começaram a despir-se – "tiraram os casacos, atirando-os para longe, e descalçaram as galochas…" –, e quando o vestuário rejeitado voltou ao seu devido lugar, não pararam de gritar durante cinco minutos. "Eu sentia, literalmente, o meu traseiro transpirado devido ao stress enquanto sentia o olhar fixo de toda a gente a queimar-me a nuca", comentou Simon. Contudo, arranjou tempo para tirar uma selfie, na qual o seu rosto, como uma máscara grotesca, aparecia a um canto, vendo-se em fundo o inferno provocado pelas gémeas. Quando chegou a casa, apercebeu-se de que deixara as cervejas na caixa. Entre as suas hashtags estavam: #justkillmenow, #whydidntitdoitonline, #fatherofdaughters, #dadlife e #instadad.

Foto: Instagram @father_of_daughters

Onde estava a mulher, Clemmie Hooper, enquanto esta situação se verificava? E as filhas mais velhas, Anya (de 10 anos) e Marnie (de 7 anos)? Bom, se se encontra entre os 479 mil seguidores da conta de Instagram @mother_of_daughters, de Clemmie, sabe que estavam a posar com flamingos insufláveis, a fazer mergulho e a tomar refrescantes bebidas servidas em cocos na idílica ilha de Santa Lúcia, nas Caraíbas: "Toda a gente está bem e verdadeiramente descontraída", reportou Clemmie, no final dessa semana. "Agora estou pronta para dar abraços apertados àquelas bebés de cabelo encaracolado, enchê-las de beijos e ver o meu cúmplice no crime @father_of_daughters e voltar à normalidade." O Instagram é estranho, não é? A plataforma social de partilha de fotografias (comprada pelo Facebook por mais de 700 milhões de euros, em 2012) parece um sítio brilhante e inocente, e situações como esta são a normalidade. E eis-me aqui a reconstruir os movimentos de uma família de estranhos, a perguntar-me se as suas respectivas semanas foram, de facto, tão boas ou más quanto o faziam parecer, o que aconteceu quando a família finalmente se reuniu e porque não postaram uma fotografia da "família reunida"… O que poderemos dizer da fotografia de Clemmie que está sobre a prateleira da lareira onde se encontram outras da família e que diz: "Apenas boas vibrações?" Bom, fui à sua Instafamosa casa, em Ramsgate, para descobrir. Digo Instafamosa porque é difícil classificar a fama da família Hooper. Simon – um consultor de gestão que é o protótipo da classe média inglesa moderna – comenta, repetidamente: "Nunca planeámos ser influenciadores ou algo desse género." Nem, necessariamente, o fizeram os Instapais como Alex Lewis (@daddy_to_triplet_girls) ou Matt Farquharson (@ papa_pukka, marido de @mother_pukka e co-autor de Parenting the Sh*t out of Life). Mas a fama de Simon foi notavelmente rápida. Só começou a partilhar imagens dele próprio (regra geral, despenteado e com ar decidido) e das suas quatro filhas (sempre queridas e endiabradas) no Instagram, em 2016. No início, aos ombros dos seguidores de Clemmie – ela já escrevia um blogue relacionado com a sua actividade de parteira chamado Gas & Air – e agora apoiam-se nos ombros um do outro.

Foto: Instagram @father_of_daughters
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Os seguidores de Simon são, maioritariamente, mulheres entre os 24 e os 35 anos, mas as de 18 aos 23 não ficam muito atrás, representando para os Hooper um quase ideal algoritmo equilibrado para a geração millennial: aspiracional, mas amável; bem-parecida, mas "amarrotada"; honesta, mas selectiva. Possuem um grupo de seguidores que ultrapassa, em média, o número de telespectadores de um reality show e chegam aos 80 mil gostos num post; têm ofertas de férias gratuitas e parcerias com marcas que são suficientes para empregarem um agente de relações-públicas (a estada no resort de Santa Lúcia foi oferecido com todas as despesas incluídas); e cada um deles publicou um novo livro. O de Simon chama-se Forever Outnumbered: Tales of Our Family Life, de Hodder & Stoughtpon, e é um relato de como se tornou pai, aos 24 anos, e desenvolveu o seu largo e assimétrico sorriso. O livro de Clemmie chama-se How to Grow a Baby Journal: From feeling the first kick to surviving night feeds, capture the highs and lows and everything in-between, da Pinguin, e foi pensado para servir de guia às mulheres grávidas. Têm, pois, alguma influência no mundo real, porém, tal como acontece com outras figuras famosas do Instagram – Zoella, a eterna adolescente vlogger de maquilhagem; KSI, o jogador profissional de videojogos –, a menos que estejamos na sua peculiar bolha de estilo de vida, não há razão para termos ouvido falar deles. Esperava encontrar a casa num caos, mas está tudo muito sereno. As gémeas dormem; as crianças mais velhas estão no andar de cima a ver os seus iPads; e a mãe de Clemmie, Judith, dá uma ajuda a limpar algo que se entornou (e faz comentários duros acerca do tempo que as meninas passam em frente ao ecrã: "As tuas filhas não sabem brincar"). Os Hooper moram numa casa vitoriana isolada, não muito longe da estação dos comboios de Ramsgate. Mudaram-se, há pouco, de Londres pelas habituais razões de espaço e a sua casa, decorada recentemente, parece-se um pouco com um hotel boutique: ladrilhos pretos e brancos no chão, paredes em cinzento-claro e turquesa, nas quais se vê uma profusão de quadros, espaços amplos para manobrarem o grande carrinho de bebé das gémeas e um cheiro delicioso a paprica paira sobre a espaçosa cozinha branca. "Cheire isto", sugere Clemmie, entregando-me uma vela aromática. "Sabe que odor é este?" Ananás? "Piña colada!", esclarece. E começa a cantar Escape (The Piña Colada Song), de Rupert Holmes. Toda a gente está de bom humor. "Qual é a canção que, ultimamente, estás sempre a ouvir? Madonna?", pergunta-lhe Simon. "Ando apenas a ouvir uma retrospectiva dos álbuns dos anos 1980", responde-lhe Clemmie. "Não há mal algum em ouvir a Madge [Madonna]."

Foto: Instagram @father_of_daughters

Simon tem 35 anos e Clemmie 33. Conheceram-se numa noitada de estudantes, em Bristol, e ela ficou grávida de Anya 18 meses depois, suspendendo todos os seus planos. Portanto, a sua vida não foi sempre feita de paredes decoradas e de viagens gratuitas à Disneylândia. Passaram os primeiros anos de parentalidade "totalmente falidos" e a viver numa cave, em Brixton. Simon foi seleccionado pela empresa na qual colabora para trabalhar cinco dias por semana, na Holanda; e Clemmie não era parteira há tempo suficiente para ter direito a uma licença de maternidade e os seus turnos exigiam que ela trabalhasse regularmente à noite. "O apartamento era húmido e escuro. Não conhecíamos ninguém. E não tínhamos dinheiro, literalmente", confessa. "Praticávamos remo com bastante frequência… Mas por não termos dinheiro já não podíamos fazer nada. Durante algum tempo, não oferecemos presentes de aniversário ou de Natal um ao outro." E Simon esclarece: "Isto não quer dizer que nos considerássemos pobres. Mas estávamos sempre ansiosos por receber o ordenado. Todos os outros estagiários saíam para beber um copo depois do trabalho e eu ia para casa mudar fraldas. Fazia-me sentir ligeiramente deslocado. Mas nunca mudaria isso porque nos fez ser o que somos hoje." Hoje em dia, Simon está numa empresa, há dez anos, e ganhou o direito a alguma flexibilidade: trabalha em casa três a quatro dias por semana, o que lhe permite ir à escola levar e buscar as crianças e fazer compras no supermercado. Entretanto, ambos os avós os ajudam. "A rede de apoio a pais trabalhadores é muito importante", sublinha Clemmie. Ambos falam seriamente acerca da "equipa parental" – vêem-se mais como co-pais do que a representar o papel tradicional e restritivo de mãe/pai –, mas também têm uma visão clara do que deve ser "o trabalho para o homem e o trabalho para a mulher" e se uma lista de compras deve ser escrita em papel ou partilhada no WhatsApp. "Lembras-te do episódio dos The Simpsons em que o Homer e a Marge vão fazer aconselhamento matrimonial?", pergunta Clemmie. "Estão num retiro numa floresta com outros casais e o conselheiro pergunta qual é o pior hábito do Homer. E a Marge enumera-os, continuamente, até uma coruja começar a piar e toda a gente adormecer…"

Foto: Instagram @father_of_daughters
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Detecto, sem dúvida, uma pequena, mas autêntica tensão – algo que um consultor de redes sociais classificaria como conteúdo relatável. Clemmie acusa-o de deixar trabalhos a meio porque tem o hábito de pôr as canecas sujas no lava-loiça. E Simon alega que sabe estabelecer as prioridades melhor do que ela. Clemmie: "O Simon dá banho às gémeas, brinca com elas e imita o som de animais, mas não arruma os brinquedos que estão na banheira." Simon: "Que mal tem? Isso pode esperar…" Clemmie: "Eu não me posso sentar e descontrair até que esteja tudo feito." Simon: "A Clemmie mandou-me um link para um artigo do The Huffington Post com o título: ‘A minha mulher deixou-me porque não tirei a loiça da máquina.’ E eu pensei: ‘Mas o que é que me estás a tentar dizer?!’" Clemmie: "Então não o leste, pois não?" Simon: "Eu respeito-te. Simplesmente não tenho os mesmos padrões de limpeza que tu." Clemmie: "O Simon é um grande cozinheiro, mas não imaginam a desarrumação [que faz]!" Simon: "Não podes reprimir a criatividade. Ninguém faz um Picasso com tudo arrumadinho num estúdio." Mas há um lado sério nisto tudo. Simon começou a partilhar as tarefas parentais porque notou que Clemmie estava assoberbada e que, por isso mesmo, ele sentia-se excluído. "O Instagram tornou-se uma plataforma importante para ela e para outras mães falarem sobre parentalidade honesta", diz.

"Eu lembro-me de, um dia, ler comentários [no Instagram] por cima do ombro dela e tornou-se evidente, para mim, que só um dos lados da parentalidade estava envolvido no diálogo. Havia muita crítica aos homens – mães que falavam rudemente acerca dos maridos que não faziam a sua quota-parte – e pensei: ‘Espera lá! Não podemos defender-nos aqui.’" Assim, Simon decidiu, dado que tinha as gémeas sempre à sua volta, que seria bom criar uma conta na qual falasse na perspectiva do pai. "Verifiquei que tinha algo pouco vulgar: quatro filhas, duas das quais gémeas. Além disso, sei escrever bem. Pensei então que poderia contribuir com algo proveitoso para a conversa. As mães normalmente têm uma rede de suporte para esse tipo de coisas. É muito mais difícil encontrar esses recursos para um pai." O sucesso de Simon advém, em grande parte, do facto de ser genuinamente engraçado. Mas também representa uma ligeira revolução na parentalidade. Eu recordo-me de uma minha tia sublinhar, na primeira festa de aniversário da minha sobrinha, o admirável feito de todos os novos pais ali presentes mudarem as fraldas aos seus filhos, darem-lhes a papa e saberem usar toalhetes: "Eu acho que o meu marido nunca tocou numa fralda!" Simon replica: "Não é bom não nos envolvermos na educação dos filhos. E por que razão não o faríamos? São os nossos rebentos. Temos o compromisso de moldar essas pessoas no sentido do que se vão tornar no futuro – o que implica uma enorme responsabilidade."

Foto: Instagram @father_of_daughters

Simon Hooper cresceu na cultura dos anos 1990 – cerveja, futebol, a banda de rock Oasis, a revista FHM, etc. –, mas acha que, por ter passado por tudo isso, a sua geração está preparada. "À medida que as disparidades salariais entre homens e mulheres vão desaparecendo e for aumentando o número de mulheres em cargos de chefia e o de homens a tirar licença parental, seremos obrigados a mudar. Nós não sabemos como será, mas chegaremos lá. De certeza. Deixaremos de ser apenas mãe e pai. Será uma equipa de pais." O objectivo de Simon era chegar a outros pais, mas as coisas não correram exactamente assim. "O que acontece é que cerca de 90 por cento dos meus seguidores são do sexo feminino", ri. "A maioria encontra-se entre a faixa etária dos 24 aos 35 anos. Mas, ainda assim, há cerca de 80 mil rapazes por aí, o que é realmente significativo. Tenho incontáveis mensagens de pais que se debatem com as exigências de ir para o trabalho, de se ser pai e de se perder a vida social." Os homens estão a fazer muito do que antes era classificado como "trabalho da mulher", não se limitando a trocar impressões sobre o assunto com os amigos. "Penso que recorrer a uma confissão feita com humor é uma boa maneira de lidar com tudo. Parece estranho… Quando faço um vídeo, falo para a câmara e não estou a falar com um membro da minha família que me vai julgar ou dizer ‘Anda lá com isso’. A câmara não me julga. Parece que me ouve. Consigo transformar algo que não era engraçado na altura numa coisa que posso contar. E no momento em que ponho a câmara do telemóvel em frente à minha cara, sinto-me livre." Simon comenta que não faz juízos de valor. Porém, grande parte das pessoas que estão no Instagram não o fará? Isto é, a sua conta seria tão popular se as suas filhas não fossem tão queridas e estivessem bem vestidas e se ele vivesse, digamos, numa casa num bairro social? Enquanto a autocrítica é a nota principal dos Instapais – os britânicos, pelo menos –, há uma pequena diferença na forma como os géneros se apresentam a si próprios. As mulheres procuram absolvição e os homens tendem a procurar aplausos (e têm-nos).

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"As mulheres parecem ter muita facilidade em ser mais desagradáveis umas com outras online", pondera. "Não sei porque o fazem. Eu não costumo receber feedbacks negativos e quando os tenho, eles entram-me por um ouvido e saem-me pelo outro. As pessoas não sabem nada da minha vida, pois conhecem apenas uma pequena percentagem que corresponde ao que eu decidi partilhar. Portanto, desde que não sejam mal-educadas ou abusivas na minha página, podem dizer o que quiserem. Não vou censurar a realidade. Mas a Clemmie é alvo de mais críticas negativas do que eu."

Foto: Instagram @father_of_daughters

As filhas do casal estão expostas a uma enorme audiência. Podemos, com certeza, não ter qualquer dúvida dos males nas redes sociais. Não está Simon preocupado com a privacidade? "Eu e a Clemmie temos regras muito claras acerca do que partilhamos. Obviamente, à medida que as miúdas vão crescendo, têm mais consciência da sua presença nas redes sociais. A Anya quer ter agora a sua própria conta de Instagram e deseja estar no YouTube porque, aparentemente, neste momento todas as crianças querem ser estrelas do YouTube. Nem quero pensar nisso… Mas, ao mesmo tempo, quem sou eu para falar?" Simon foca-se agora mais nas gémeas, mas quando tira fotografias a Anya e a Marnie pede o seu consentimento antes de as pôr online. Parecem lidar bem com as negociações. Além disso, foram à Disneylândia. "Sim, tem havido algumas parcerias com algumas marcas…", admite Simon. Recentemente, ofereceram-lhe uma oportunidade para promover maquilhagem que ele suspeita dever-se às suas seguidoras entre os 24 e os 35 anos de idade. (O Facebook é dono do Instagram. Lembram-se de como o Facebook faz dinheiro? Sim, vendendo a anunciantes o conhecimento que tem dos perfis!) Mas se, simultaneamente, lhes é oferecida uma viagem à Disneylândia, então, óptimo, que raio. "É uma parceria. Estamos a ganhar algo que adoraríamos fazer. A marca tem a divulgação que quer." As ofertas vão desde produtos gratuitos e viagens a parcerias de um ano que podem valer até 11.500 euros – "Mas estas propostas não surgem assim tantas vezes." Alguns utilizadores do Instagram e do YouTube podem abandonar o seu emprego, mas, com uma família de seis pessoas, Simon não o pode fazer. Só publica uma vez por dia, se tanto, normalmente às 20 horas e 30 minutos, que é quando os pais se costumam sentar para beber um copo de sauvignon blanc depois de deitarem as crianças. Além disso, admite, na verdade, que raramente utiliza o telemóvel porque Clemmie fica exasperada. As filhas Anya e Marnie descem do andar de cima, a brincar com o seu hamster, e começam a exibir os truques que sabem fazer com cartas. Ottilie e Delilah fazem uma birra adorável e Clemmie tenta acalmá-las para poderem sorrir para o fotógrafo. Judith diz-me que acha o Instagram maravilhoso, uma maneira fantástica de estar a par do que acontece com as netas. Simon, estoicamente, resmunga. O que há de melhor em ter filhas? "A melhor coisa? Eu poder ser o seu eterno modelo masculino. Sou a referência para elas do que os homens devem ser. E penso estar a fazer um bom trabalho. Quero que, no futuro, os seus namorados nunca deixem de corresponder às suas expectativas. Esse é, basicamente, o meu objectivo na vida." Confesso que não consigo perceber se ele está a brincar.

Olhem para mim! Pais que postam

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Tom Fletcher @tomfletcher

Localização Londres. Seguidores 1,5 milhões. Filhos Três rapazes, Buzz, Buddy e Max. O que o distingue Selfies sem camisa (com uma grande tatuagem no peito), filhos com nomes de personagens de filmes da Disney e o facto de ter sido um dos elementos da boysband Mcfly.

Foto: Instagram @tomfletcher

Sergei Urban @thedadlab

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Localização Londres. Seguidores 688 mil. Filhos Dois rapazes, Alex e Max. O que o distingue Faz inofensivas experiências científicas com a família – as crianças não são o alvo das experiências, que fique claro.

Foto: Instagram @thedadlab

Adrian C Murray @adriancmurray

Localização Idaho. Seguidores 185 mil. Filhos Dois rapazes e uma rapariga (nomes não divulgados). O que o distingue Crianças hipster na zona rural, em sépia.

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Josh Davis @tiesandfries

Localização Nova Iorque. Seguidores 105 mil. Filhos Dois rapazes (Samson e Conrad), uma rapariga (Eleanor) e um bebé a caminho. O que o distingue Uma enorme auto-satisfação com a família. Vestuário a condizer! Snowboard! Uma variedade de malas de viagem da família!

Foto: Instagram @tiesandfries
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Alex Lewis @daddy_to_triplet_girls

Localização Brighton. Seguidores 82.500. Filhos Um rapaz, Henry, e três raparigas, Annabella Rose, Florence Violet e Lottie Bluebell. Sim, é verdade! O que o distingue Adivinhou – trigémeas. E também uma barba hipster espantosa.

Foto: Instagram @daddy_to_triplet_girls

Matt Farquharson @Papa_Pukka

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Localização Londres. Seguidores 40.200. Filhos Duas raparigas, Mae e Eve. O que o distingue Brincadeiras espirituosas sobre os julgamentos em tribunal de questões de parentalidade. Refere-se às suas filhas como "ouriços-do-mar" e "cracas".

Foto: Instagram @papa_pukka

 

 

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