Do quase surf ao vocalista e guitarrista dos Clash. Cinco objetos extraordinários.
Do quase surf ao vocalista e guitarrista dos Clash. Cinco objetos extraordinários.
No dia 7 e 14 de maio vai poder viver uma experiência única, num restaurante onde o produto (fresco e focado na qualidade) é o personagem principal de uma carta diversificada e feita no momento.
Ainda há quem use a expressão “vinho de mulheres” num tom pouco elogioso, quando a realidade os desmente por completo. A história do vinho mostra que, se algo merece esse rótulo, então estamos a falar de alguns dos melhores vinhos do mundo.
Sete escanções dos melhores restaurantes de Portugal partilham as maiores extravagâncias dos seus clientes.
Luiz Landeiro concretizou um sonho: queria ter um vinho que levasse o nome da sua família. E este é apenas um preâmbulo da história do Para Nisa 2024, um primeiro vinho e uma homenagem, também, à terra que escolheu para implementar o negócio. De Flórida para Nisa, de Nisa para o mundo, recuamos várias décadas até ao primeiro copo.
Onde nada existia, nasceu uma vinha e uma adega. Hamilton Reis tinha o sonho de fazer um vinho profundamente seu, do princípio ao fim, da terra até à garrafa. E assim surgiu o Natus, obra-prima de minúcia artesanal que pode ser encontrada na maior parte dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal.
Num gesto inédito no universo do champanhe, a EPC entregou à comunidade a escolha dos artistas da sua nova edição limitada. A dupla portuguesa Los Pepes teve uma vitória esmagadora e o resultado é uma garrafa que tem tanto de objeto de coleção como de celebração urbana.
É, provavelmente, o champanhe mais famoso do mundo. E sai apenas nos melhores anos, razão pela qual ter três novidades no mercado – Clássico, Rosé e Plénitude 2 – é um motivo extra para celebrar. Com bom champanhe, evidentemente.