Entre brancos, tintos e um par de espumantes, aqui ficam as melhores sugestões para beber, oferecer, impressionar e até guardar só para si.
Entre brancos, tintos e um par de espumantes, aqui ficam as melhores sugestões para beber, oferecer, impressionar e até guardar só para si.
Um Pinot Noir sem nada a temer dos borgonheses, um espumante que não é branco nem rosé, mas Baga, e três vinhos de terroir de vinhas muito velhas. A Casa da Passarella foi ao passado abrir caminho para os vinhos de amanhã, e o resultado é francamente especial.
Começa o mês onde se preparam as vindimas. Porém, em muitas regiões algumas já se antecipam para agosto, cada vez mais sujeitas às alterações climáticas. A hora é de organizar equipas e definir metas.
Com um novo menu baseado nas viagens do chef Hans Neuner pela Ásia, na rota dos descobrimentos portugueses, o restaurante algarvio Ocean traz para a mesa uma mestiçagem de sabores absolutamente genial. Para provar antes que lhe subam uma estrela…
Vinhos para gostos muito ecléticos. Um vinho branco natural, ousado, com um rótulo artístico que o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) demorou a aprovar, quatro tintos de três regiões diferentes, mas um deles “pouco” tinto. Um branco clássico, mas com selo vegan de uma casa que dispensa apresentações.
Já não há Rambos nem Exterminadores porque o Cinema mudou. Não abdica de criar figuras a que reagimos com mais entusiasmo ou mais desconfiança. Precisa deles para continuar a levar público às salas. E não se incomoda com o “render da guarda”, tanto nas personagens como nos atores que lhes dão vida.