Vinhos imprevistos e surpreendentes para uma mesa bem composta
Sabores Vinhos imprevistos e surpreendentes para uma mesa bem composta

Não é qualquer um que bebe um verde tinto facilmente. Habitualmente ficam reservados para pratos como a lampreia ou cabidela. Agora já se fazem de outra forma, mais gastronómicos e agradáveis. Dois tintos do Dão, um branco e um tinto da Vidigueira e, a terminar, um colheitas tardias de quem o sabe fazer.

Vinhos imortais, naturais, velhos e novos
Sabores Vinhos imortais, naturais, velhos e novos

Uma das sugestões passa por vinhas que ao contrário do resto do país não foram dizimadas pela filoxera. E por isso, só se pode falar numa região: Colares. Um tinto natural invulgar e outro de assinatura e três brancos de outras tantas regiões. Para provar pausadamente com a família e amigos.

Branco, tinto ou rosé? Os destaques do início do ano
Sabores Branco, tinto ou rosé? Os destaques do início do ano

Numa altura de frio e de menos trabalho no campo, a poda nas vinhas não pode esperar. Técnicas que potenciam a qualidade como a do tinto na região que tem dado que falar: beira interior. Dois rosés do Tejo e Douro, um branco também duriense, um licoroso do Pico e um espumante de uma casa centenária.

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