Guy Hands é um investidor de capitais privados famoso por comprar empresas, reestruturá-las e vendê-las com grandes lucros. Agora escreveu um livro brutalmente honesto sobre o mundo de negócios de alto risco e as suas consequências emocionais.
Guy Hands é um investidor de capitais privados famoso por comprar empresas, reestruturá-las e vendê-las com grandes lucros. Agora escreveu um livro brutalmente honesto sobre o mundo de negócios de alto risco e as suas consequências emocionais.
Teve uma das mais curtas carreiras da indústria: dois anos de produção, menos de 9000 exemplares. Mas a 7ª Arte trouxe-lhe a glória eterna. Só precisou de acelerar até aos 142 km/h e apanhar um raio de 1.21 gigawatts para entrar na História do Automóvel.
Tendo como ponto de partida “a maior festa do mundo” dada pelo Xá da Pérsia, em 1971, recordamos as que foram oferecidas por grands seigneurs nos anos 60 e 70, nesta época em que se festeja a passagem do ano. Ao refinamento de antes sobrepôs-se a riqueza, ao chique o novo-riquismo, à imaginação o trivial, à exclusividade a mundanidade e ao bom gosto a quase vulgaridade. As verdadeiras grandes festas esfumaram-se. Mas não na nossa memória.