Nem Astérix o teria dito melhor: correr o Rally Safari Clássico num, perdão, em dois Renault 4L, é obra. E revela um espírito, como dizer, aventureiro, livre de quaisquer amarras e, porque não dizê-lo, um pouco... assim, pois.
Nem Astérix o teria dito melhor: correr o Rally Safari Clássico num, perdão, em dois Renault 4L, é obra. E revela um espírito, como dizer, aventureiro, livre de quaisquer amarras e, porque não dizê-lo, um pouco... assim, pois.
A Rolex sempre promoveu e salvaguardou o património das corridas de automóveis, e este ano não é diferente. De 29 e 30 de janeiro, a prova de 24 horas acontece na Daytona International Speedway, nos Estados Unidos e conta com o apoio da fabricante de relógios suíça.
É verdade. O protótipo mais recente da marca alemã promete uma autonomia de pelo menos mil quilómetros com apenas uma única carga de bateria. Além disso, conta com painéis solares no tejadilho e resíduos de aterro na sua estrutura. Mais amigo do ambiente é impossível.