Ana Moura, Capitão Fausto, Mão Morta e The Last Internationale são alguns dos 14 artistas que vai ser possível ouvir durante oito sábados consecutivos, na Casa das Artes, em Arcos de Valdevez. O festival começa a 1 de fevereiro.
Ana Moura, Capitão Fausto, Mão Morta e The Last Internationale são alguns dos 14 artistas que vai ser possível ouvir durante oito sábados consecutivos, na Casa das Artes, em Arcos de Valdevez. O festival começa a 1 de fevereiro.
Não há nada melhor que um passeio ao ar livre para curar a ressaca das festas, de preferência antes de voltar ao trabalho. Junto ao mar, embrenhados na natureza ou a admirar monumentos únicos, são muitas as opções a pouco mais de uma hora de Lisboa e do Porto.
Numa altura em que as vinhas se começam a preparar para descansar, há novas colheitas e apostas recentes que passam, por exemplo, pelos Açores. Um rosé insular, um branco francês e outro de origem alemã, dois tintos a norte e um Porto com uma idade invejável.
Todas as razões são boas para comemorar. Religiosas, pagãs ou de outras origens, as festas regadas com vinho marcam a ligação do homem à natureza e aos seus. Um espumante histórico, um vinho de sobremesa e três durienses com alma e tradição. A sul, no Tejo, um reserva branco.
Na última semana do mês, o lançamento de um vinho do Dão que faz corar de vergonha os “reserva” que vão saindo todos os anos. Um transmontano com um posicionamento acima do comum, dois brancos do Alentejo e Douro, um tinto de Mértola e um espumante dos verdes.
Terminadas as vindimas em quase todo o país, é tempo de enologia onde as fermentações e estágios são preparados cuidadosamente. Uma estreia dos Açores, da ilha Terceira, com Adega dos Sentidos, ainda quatro brancos que percorrem o continente e um tinto de Mértola.
Os brancos e rosés continuam a liderar as preferências, sobretudo quando o calor aperta nos meses de Verão. Um verde rosé com castas da região, um alentejano com assinatura artística e outro vegan, e ainda três brancos do Douro para descobrir novos desafios.
Este mês, em cima da mesa estão dois tintos com selo DOC, um branco clássico e um espumante tinto da mesma região. Das vinhas velhas do Douro, um branco que demorou a encontrar.
Parte indissociável do imaginário da quadra em Portugal, as aldeias serranas são a alternativa perfeita para umas festas em paz, como acontece nas três propostas que aqui deixamos.
A presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) regressou ao Porto para assumir a direção do organismo que certifica e acompanha o vinho verde.
Há sugestões de norte a sul do país, além das ilhas. Uma pista? Todas envolvem comer.
As férias na praia já lá vão, mas ainda há muito verão para aproveitar, de preferência longe de tudo e todos, como nestes desafiantes trilhos pedestres, que de norte a sul do país (ilhas incluídas) nos mostram o melhor de Portugal.