Com o primeiro espumante certificado dos Açores e a redescoberta de um vinho extraordinário, a cooperativa Pico Wines começa 2023 em grande.
Com o primeiro espumante certificado dos Açores e a redescoberta de um vinho extraordinário, a cooperativa Pico Wines começa 2023 em grande.
O presidente da cooperativa Picowines revolucionou o negócio dos vinhos da ilha subindo o valor e apostando nos mercados do continente e estrangeiro. Esteve quase deixar-se seduzir por Aveiro, mas a Ilha do Pico nunca o deixou separar-se. Hoje divide a sua vida entre o Faial e o Pico, onde continua a manter as suas vinhas.
Chegámos ao mês da fase “pintor”, em que se inicia a maturação das uvas e estas começam a ganhar cor. Para assinalar o momento, elegemos quatro tintos dos Açores, Tejo, Douro e Alentejo e dois brancos com madeira.
Mês de vindimas para muitos, algumas antecipadas, que se vão estender até outubro. Em destaque, os brancos das famílias Tavares da Silva, Fiuza e Poças e um com identidade própria.
A fechar o mês, mas ainda não o Verão, uma seleção de algumas novidades e vinhos a ter em conta como a nova aposta na casta Avesso pela Quinta da Lixa. Um licoroso dos Açores, dois brancos, um deles do Douro, um rosé para iniciados e dois tintos do Dão e Alentejo.
A 25 quilómetros da capital, a Murgas Wines organiza passeios a cavalo, piqueniques com produtos regionais e claro, provas de vinho. Uma experiência de enoturismo a pensar na primavera que se avizinha.
Uma das sugestões passa por vinhas que ao contrário do resto do país não foram dizimadas pela filoxera. E por isso, só se pode falar numa região: Colares. Um tinto natural invulgar e outro de assinatura e três brancos de outras tantas regiões. Para provar pausadamente com a família e amigos.
Numa altura de frio e de menos trabalho no campo, a poda nas vinhas não pode esperar. Técnicas que potenciam a qualidade como a do tinto na região que tem dado que falar: beira interior. Dois rosés do Tejo e Douro, um branco também duriense, um licoroso do Pico e um espumante de uma casa centenária.
Nas margens serenas do rio Arade encontra-se um sítio imperdível para os amantes de vinho. Há desde provas de vinhos premium a piqueniques pitorescos, que podem ser feitos numa paisagem de cortar a respiração.
Neste dia de renovação nada melhor que fazer um brinde à saúde e fraternidade. Dois tintos que prometem surpreender, dois brancos monovarietais e dois rosés com um oceano entre os seus terroirs.
Num mês em que se inicia o outono no Hemisfério Norte e a primavera no Hemisfério Sul, vinhos que começam a antecipar a nova estação.
Ainda com o calor em perspetiva, os vinhos brancos e rosés continuam a estar no topo das preferências. Dos mais leves e frescos aos mais encorpados, ficam as propostas que passam por dois monovarietais Arinto de regiões distintas a Sul, dois rosés, um deles “versão francesa” e dois brancos, um de Monção e Melgaço e outro com o carimbo transmontano.