Não fora Pedro António Rocha, esta pera descoberta em 1835 nunca tinha alcançado a notoriedade. Em setembro, o produtor de Ribeira de Sintra, na região do Oeste, costumava convidar os amigos para apreciarem o fruto.
Não fora Pedro António Rocha, esta pera descoberta em 1835 nunca tinha alcançado a notoriedade. Em setembro, o produtor de Ribeira de Sintra, na região do Oeste, costumava convidar os amigos para apreciarem o fruto.
Começa o mês onde se preparam as vindimas. Porém, em muitas regiões algumas já se antecipam para agosto, cada vez mais sujeitas às alterações climáticas. A hora é de organizar equipas e definir metas.
Um vinho que passou por uma “desalcoolização”, um Alvarinho com várias colheitas na garrafa, dois brancos do Douro, um deles com uma variedade estrangeira e ainda um tributo a uma mulher notável.
“O que mais importa nestes projetos são as pessoas que reunimos”, dizem, à vez, Jorge Dias e Anselmo Mendes, dois grandes senhores do vinho, unidos por uma longa amizade e juntos num dos projetos mais inovadores da região dos Verdes.
A ria é casa de uma gama variada de frutos do mar. Na terra nascem as videiras que dão origem ao afamado Alvarinho (denominação de origem Rias Baixas). O enoturismo é muito mais do que uma simples prova de vinhos, é uma viagem cultural e etnográfica às raízes de um povo.
Em mês tradicional de vindimas, mesmo que muitas já tenham começado em agosto, uma seleção de vinhos quase todos de terras durienses. Escapa um Alvarinho com pergaminhos.
Pedralvites ou sercialinho não serão propriamente nomes que a maioria dos apreciadores de vinho reconheçam, e muito menos associem a um grande vinho. Mas aqui está ele, em grande e cheio de surpresas…
Dois vinhos do Porto biológicos de casas com um longo historial no mercado, um puro Alvarinho e um regional alentejano que utiliza a mesma casta. Mais um lançamento de um tinto de Penalva e um novo projeto no Douro Superior.
Uma festa de família pede bons vinhos às refeições como um espumante ou um branco de Alvarinho, um tinto de vinhas velhas do Douro ou do Alentejo, ou um branco de uma casta quase desaparecida. A sobremesa é com um abafado do Tejo.
Julho também é mês de rega, sobretudo das vinhas mais novas. Há as que quase não necessitam, que com as suas raízes profundas procuram os nutrientes. Em destaque, um 100% Alvarinho, um rosé afrancesado, um tinto bio e um reserva que procura a frescura.
Dois prémios para um rosé duriense e um Alvarinho juntam-se a uma referência internacional para um verde branco. Tudo incentivos para novas vindimas e novos desafios. Um branco fresco de Lisboa, um rosé da nova geração e ainda um tinto clássico renovado no Douro.
Alguns com a vindima feita, outros em plena labuta e uns quantos à espera que as uvas amadureçam, não impede o lançamento de novos vinhos. Notas dos produtores e enólogos.