Nos dias 23 e 24 de março, a Adega Cooperativa da Vidigueira promove um encontro onde grandes chefs vão mostrar toda a versatilidade, à mesa, dos vinhos de talha.
Nos dias 23 e 24 de março, a Adega Cooperativa da Vidigueira promove um encontro onde grandes chefs vão mostrar toda a versatilidade, à mesa, dos vinhos de talha.
Vila de Frades, junto à Vidigueira, no Baixo Alentejo, é designada a capital do vinho de talha. A tradição de provar o vinho novo é aqui levada muito a sério. E ainda bem, porque o magusto foi nada menos que memorável.
Maio, ou na versão endeusada dos romanos, Maya, é geralmente um mês de muito trabalho na vinha. Aqui segue-se a rota do românico no Alentejo, ouve-se um grito de liberdade no Douro e percebe-se a cor rosada de dois durienses.
Em abril continua o processo de floração, uma etapa em que as videiras ficam mais sensíveis às doenças o que requere uma atenção redobrada dos viticultores.
Um ano novo, um ciclo eterno que se renova nas vinhas. Tradição na Bairrada, inovação em Paredes de Coura e no Douro, um clássico alentejano e um espumante dos Verdes… é tempo de brindar!
Alguns com a vindima feita, outros em plena labuta e uns quantos à espera que as uvas amadureçam, não impede o lançamento de novos vinhos. Notas dos produtores e enólogos.
Onde nada existia, nasceu uma vinha e uma adega. Hamilton Reis tinha o sonho de fazer um vinho profundamente seu, do princípio ao fim, da terra até à garrafa. E assim surgiu o Natus, obra-prima de minúcia artesanal que pode ser encontrada na maior parte dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal.
No dia 21 de setembro, sábado, pondo em causa as técnicas convencionais, o festival levanta um dos temas do momento, entre vinho, comida, convívio, talks e música, na Herdade das Servas, em Estremoz, no Alentejo.
Entre a Serra do Mendro e as paisagens do Alqueva está uma pérola em bruto que se vai mostrando a quem aprecia verdadeiramente gastronomia alentejana, com referências de novas técnicas da cozinha contemporânea.
A mitologia romana ainda continua a encantar o mundo. O mês de Juno, rainha dos deuses, casada com Júpiter, faz-se de comemorações e festas pagãs, onde o vinho tem uma presença especial. Na melhor tradição, um tinto e um branco do Alentejo, outros tantos do Douro e um duo de brancos mais a norte.
Brancos ou tintos, espumantes e rosés, com uma acidez refrescante para dar outra alegria aos dias quentes de verão. Para todas as carteiras e (quase) todos os gostos.
Chegámos ao mês da fase “pintor”, em que se inicia a maturação das uvas e estas começam a ganhar cor. Para assinalar o momento, elegemos quatro tintos dos Açores, Tejo, Douro e Alentejo e dois brancos com madeira.