A Quinta do Paral é feita de mudanças. Da nobreza abastada ao empreendedorismo europeu foram dois passos que se prolongaram dois séculos. Mantiveram-se as gentes, a paisagem rural, os produtos e a tranquilidade.
A Quinta do Paral é feita de mudanças. Da nobreza abastada ao empreendedorismo europeu foram dois passos que se prolongaram dois séculos. Mantiveram-se as gentes, a paisagem rural, os produtos e a tranquilidade.
Nos dias 23 e 24 de março, a Adega Cooperativa da Vidigueira promove um encontro onde grandes chefs vão mostrar toda a versatilidade, à mesa, dos vinhos de talha.
Uma visita à emblemática e centenária propriedade do Baixo Alentejo permitiu descobrir algumas novidades que resultam do seu constante rejuvenescimento.
A Ervideira e a Quinta da Chocapalha são as convidadas para harmonizar os próximos dois jantares em parceria com o chef executivo Bruno Augusto.
Vila de Frades, junto à Vidigueira, no Baixo Alentejo, é designada a capital do vinho de talha. A tradição de provar o vinho novo é aqui levada muito a sério. E ainda bem, porque o magusto foi nada menos que memorável.
Onde nada existia, nasceu uma vinha e uma adega. Hamilton Reis tinha o sonho de fazer um vinho profundamente seu, do princípio ao fim, da terra até à garrafa. E assim surgiu o Natus, obra-prima de minúcia artesanal que pode ser encontrada na maior parte dos restaurantes com estrela Michelin em Portugal.
Não é qualquer um que bebe um verde tinto facilmente. Habitualmente ficam reservados para pratos como a lampreia ou cabidela. Agora já se fazem de outra forma, mais gastronómicos e agradáveis. Dois tintos do Dão, um branco e um tinto da Vidigueira e, a terminar, um colheitas tardias de quem o sabe fazer.
Em abril continua o processo de floração, uma etapa em que as videiras ficam mais sensíveis às doenças o que requere uma atenção redobrada dos viticultores.
O tempo mais quente não implica necessariamente vinhos brancos ou rosés, mas quando se trata de bebida a solo, a tendência não recai sobre os tintos. Ainda assim, dois brancos alentejanos acompanhados um tinto clássico da região. A Norte, mais dois brancos e uma aguardente.
Era o quinto mês do calendário romano, mas o nome foi alterado para julho à conta do imperador romano Júlio César que, além das conquistas, consta que também lhe agradava o vinho. Neste território com memórias do império, três brancos do Douro e um do Alentejo, um tinto alentejano sui generis e um rosé de Lisboa de uma casa com fama nos rosados.
Este ano, a organização espera alcançar um recorde de adesão de mais de 10 mil visitantes. Além das centenas de referências em prova, haverá petiscos, showcookings e música ao vivo.
Um dos festivais mais estimados pelos fãs de enologia regressa à capital no próximo fim-de-semana, a 23 de abril, com diversas novidades fresquinhas (e alcoólicas).