Este ano a empresa ainda está a subir 12,3%, e se bem que está ainda a cerca de 83 dólares do pico atingido este ano de 446 dólares, a 1 de março, também é certo que desde que o caso 737 Max atingiu o expoente máximo, ao ser proibido de voar, a empresa já valorizou. O mínimo deste ano foi a 3 de junho, colocando a ação nos 330,6 dólares. Neste momento vale 362,3 dólares.
E isso parece demonstrar que a cotação está, nesta fase, imune às notícias sobre o 737 Max. É que não foi há muitos dias - aconteceu a 14 de julho - que o Wall Street Journal noticiou a possibilidade de os aviões continuarem no chão até 2020, pelo tempo que necessita para consertar o software de controlo de voo e completar outros passos necessários para voltar a ter as autorizações.
Esta semana já chegou aos 367 dólares. A imunidade, no entanto, poderá, segundo analistas, ser mais beliscada se a Airbus concretizar a ultrapassagem já antecipada da Boeing no final do ano em termos de maior construtora de aeronaves. Para já, a capitalização da Boeing ainda anda nos 203 mil milhões de dólares.

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