Empresas tecnológicas têm-se destacado
A alteração dos padrões de consumo e o advento de novos modelos de negócio tenderão a acelerar um mundo ainda mais tecnológico e digital com todos os respetivos impactos a médio e longo prazo.
O clássico "Homo economicus" está a sofrer profundas mutações na era da digitalização, dando lugar ao advento do "Homo digitalis". Apesar da incerteza da evolução das economias mundiais enquanto o problema sanitário estiver presente, o mundo pós-covid-19 será mais digital; com todos os desafios que daqui decorrem.
Esta tendência já está a ser reconhecida pelos investidores, em que as empresas tecnológicas se têm destacado nos últimos dois meses.
Pressão política no seio da União Europeia
Uma vez mais, uma recessão económica está a gerar uma enorme pressão política no seio da União Europeia. O livro "A Europa na tempestade" de Herman van Rompuy - o presidente do Conselho Europeu na anterior crise existencial da Zona Euro de 2012 - dá-nos uma ideia da enorme complexidade do processo decisório na Europa.
Entretanto, o nível de risco da dívida soberana italiana aumenta, apesar das compras do Banco Central Europeu (BCE).
O cenário de uma queda de 9,1% da economia em 2020, a possibilidade de a dívida pública superar os 150% do Produto Interno Bruto (PIB) e o atual contexto político em Itália, vão centrar as atenções das agências de rating, onde uma eventual descida para o segmento de non-investment grade (dívida de elevado rendimento) vai colocar pressão em toda a Europa.

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