Alexander Zosel, co-fundador da empresa que desenvolveu um helicóptero elétrico de dois lugares, indicou que as operações irão arrancar em três cidades dentro de dois ou três anos.
E só não começam antes devido às dificuldades em obter aprovação das autoridades para a utilização do espaço aéreo urbano, disse.
Em outubro, a empresa construiu a primeira infraestrutura para a descolagem e aterragem das aeronaves. A plataforma criada em Singapura é exterior, mas os passageiros embarcam num local fechado para "maior conforto".
A Volocopter, frisou, já realizou inúmeros testes de voo em Singapura, no Dubai e em Helsínquia.
Mas são necessárias muitas autorizações e certificações, nomeadamente para voos com piloto, voos pilotados remotamente e viagens totalmente autónomas, detalhou.
Ainda assim, o co-fundador garantiu que no prazo máximo de três anos o serviço estará disponível ao público. E o preço de uma viagem que custaria 40 euros de táxi deverá ter um preço de 60 euros, acrescentou.
O aparelho desenvolvido pela start-up alemã utiliza 18 rotores elétricos e tem capacidade para transportar duas pessoas, possuindo uma autonomia de 29 quilómetros e uma velocidade de 70 quilómetros por hora. A empresa desenvolveu a aeronave para que esta possa voar de forma autónoma.

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