"Estou convicto que se perguntarmos ao cidadão comum o que é que a palavra 'OPA' lhe sugere, obteremos respostas nem sempre positivas". A declaração é de Luís Laginha de Sousa, presidente da Euronext Lisbon, gestora da Bolsa de Lisboa, na sessão que revelou que 96,1% da Espírito Santo Saúde passou para as mãos da Fidelidade na sequência de uma OPA.
E o que é uma OPA? Oferta pública de aquisição. Destas três palavras, Laginha de Sousa destacou duas delas por serem "muito importantes".
‘O’ de oferta: "algo a que é dada a possibilidade de se aceitar ou não". Os accionistas da ES Saúde poderiam aceitar – ou não – vender os seus títulos à Fidelidade em troca dos 5,01 euros oferecidos na OPA que terminou a 14 de Outubro.
‘P’ de pública: "pública é para todos, dada a conhecer a todos, sendo por isso totalmente transparente". Uma afirmação feita por Laginha de Sousa quando, no processo de OPA concorrentes da Fidelidade (estiveram na corrida a Ángeles e a José de Mello Saúde), houve uma empresa que pretendeu comprar a ES Saúde fora de bolsa, a americana UnitedHealth.
A seguradora controlada pela Fosun foi a protagonista da oferta bem sucedida sobre o capital da ES Saúde. Tão bem sucedida que vai permitir-lhe alterar o nome. A Espírito Santo Saúde vai passar a chamar-se Luz Saúde.
(Notícia corrigida às 11h06: ao contrário do que estava no título, o presidente Laginha de Sousa considera que "nem sempre" as respostas seriam positivas)

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