A Fidelidade passou a controlar quase todo o capital da Espírito Santo Saúde. E, com isso, cumpre um "duplo objectivo", segundo palavras do seu presidente, Jorge Magalhães Correia.
Por um lado, a seguradora consegue ter "uma visão mais integrada, mais global dos clientes". E isso dá argumentos para que sejam criadas soluções de protecção de saúde com um cuidado diferente. Soluções que vão permitir à empresa, que tem por exemplo a Multicare, alargar o leque de clientes abrangidos.
Por outro lado, alarga-se "e muito" as expectativas da Espírito Santo Saúde, "criando condições para competir noutros mercados, noutras geografias", disse Magalhães Correia na sessão de apuramento de resultados da OPA, realizada na quarta-feira, 15 de Outubro.
Quando se pronunciou sobre a oferta feita pela Fidelidade, a administração da empresa que detém, entre outros, o Hospital da Luz ou da Arrábida, considerou que o mercado dos seguros poderia não ficar igual caso esta operação fosse bem sucedida, como se veio a verificar.

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