Questionado pelo deputado ecologista (PEV), José Luís Ferreira, sobre de que serve ao Estado deter 50% da companhia aérea se depois não manda no futuro da empresa, António Costa lembrou que quando, em 2015, readquiriu a participação na TAP foi com objetivo de "poder ter palavra na estratégia" da empresa, o que considera um "equilíbrio de poderes razoável face à repartição de encargos entre o Estado e os privados".
"Havendo uma alteração de encargos, terá de haver também uma reavaliação da distribuição de poderes", frisou António Costa antes de anunciar que estão prestes a terminar as conversações em curso com a direção geral da concorrência da União Europeia, pelo que a haverá uma "formalização, em breve, das medidas de auxílio de Estado" adequadas ao futuro da empresa, assegurou.

Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Negócios, efectue o seu registo gratuito.

Marketing Automation certified by E-GOI
Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.